sábado, 9 de março de 2013

SEQUENCIA DIDÁTICA


GRUPO: Angélica Aquino, Aryanna Garcia, Daniela Araújo, Danielle Barcellos, Júlia Carvalho e Vanessa Almeida.

Esta Sequência Didática é essencialmente ligada à Área de Conhecimento de Língua Portuguesa, porém permitindo o encaixe de outras áreas, que chamaremos transversais. 
DISCIPLINA: Língua Portuguesa.

TEMA CENTRAL: O Carnaval.

AVALIAÇÃO: Será realizada de forma processual e continua.

ESCOLHA DO TEMA: Devido ao período em que o Brasil comemora o Carnaval, mais especificamente os estados de Rio de Janeiro e São Paulo, que fazem parte da região sudeste, a qual residimos, entendemos que este seria um tema acessível e interessante para o trabalho com os alunos.

OBJETIVO GERAL: O aluno deverá aprender a importância da oralidade, para compreensão e transmissão do conhecimento. Dividimos a sequência de modo que ficasse fácil a compreensão da mesma, pelos dias de suas aplicações.

TURMA: 4° ANO.
FAIXA ETÁRIA: 9 a 11 ANOS.
DURAÇÃO: UMA SEMANA DE AULA (5 DIAS) .


1° DIA
TEMA DA AULA
TEMA TRANSVERSAL
GÊNERO
EIXO
Segunda – feira
A História do Carnaval
História e Português
Narrativo
Prática de Leitura

Duração da Atividade: 1 hora e 30 minutos
Objetivos da Aula:
·         Contar uma breve história sobre o Carnaval e suas características,
·         Trabalhar o contexto intercultural do Carnaval,
·         Produção Textual através de imagens escolhidas pelos próprios alunos sobre o Carnaval,
·         Compreensão Textual,
·         Aprimoramento da Escrita reflexiva,
·         Trabalho com gênero descritivo.

Procedimento Metodológico:
1° Momento: Após todos os alunos entrarem em sala e se organizarem será feito um Ditado de palavras referentes ao tema carnavalesco, como exemplo: SERPENTINA, FOLIA, MÁSCARA, DESFILE, JURADOS, FESTA e etc.
2° Momento: Após o ditado ser corrigido, é a hora de questioná-los sobre as palavras que eles acabaram de escrever, onde o professor irá explicar cada palavra e seu significado.
3° Momento: É o momento de contar-lhes a história que o professor trouxe a respeito do Carnaval:
“O carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo. Tem sua origem no entrudo português, onde, no passado, as pessoas jogavam uma nas outras, água, ovos e farinha. O entrudo acontecia num período anterior a quaresma e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval.
O entrudo chegou ao Brasil por volta do século XVII e foi influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como Itália e França, o carnaval ocorria em formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo também foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem européia.
No Brasil, no final do século XIX, começam a aparecer os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos "corsos". Estes últimos, tornaram-se mais populares no começo dos séculos XX. As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais.
No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado.”

4° Momento: Com o término da leitura do texto a turma ficará livre para comentar sobre experiência, vivência, trocar informações sobre a turma, destacar as características marcantes no carnaval, falar sobre fantasias e músicas. Também será abordado uma breve história sobre os ritmos ouvidos no carnaval (samba, frevo, axé, maracatu, afoxé, forro entre outros) que depois serão mais bem trabalhados na oficina ao término da semana.
5° Momento: A última atividade trabalhada na sala de aula será a exposição de várias fotos sobre o carnaval em cima da mesa da professora em questão aonde cada aluno irá escolher uma foto e de acordo com a foto escrever uma frase descrevendo a foto.

2° DIA
TEMA DA AULA
TEMA TRANSVERSAL
GÊNERO
EIXO
Terça – feira
Marchinhas de Carnaval
Música
Canção
Prática de oralidade e produção textual

Duração da Atividade: 1 hora e 30 minutos
Objetivos da Aula:
·         Utilizar uma canção de carnaval (as marchinhas) para trabalhar a oralidade em sala de aula,
·         Fazer com que eles observem através do texto; a importância da língua,
·         Explicar para os alunos a mensagem da música, e deixar cada um fala o que entendeu para desenvolver sua comunicação em grupo.
Procedimento Metodológico:
Rodinha 1° Momento: Explicar que no século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas. Onde as pessoas, brincavam o carnaval formando blocos de amigos que saíam cantando, tocando e dançando pelas ruas da cidade.
Trabalhando Com o Gênero Textual - Essas músicas tinham letras fáceis e alegres para agradar os foliões, depois dos anos 60 começaram a ser substituído pelo samba enredo, outro gênero de música tocado pelas escolas de samba.
2° Momento: Ajudá-los a compreender o texto e tirar as dúvidas existentes, comentar sobre as estações do ano, fala sobre a importância da hidratação no verão e principalmente nos período de festa do carnaval.
3° Momento: Escrever a música no quadro e pedir para copiar no caderno.
4° Momento: Cantar para os alunos a marchinha ensinando o ritmo e posteriormente convidá-los a cantar junto, fazendo com que todos os alunos participem.
Marchinha de Carnaval Utilizada:
ALLAH-LÁ-Ô
HAROLDO LOBO - 1940
Allah-la-ô, ô ô ô ô ô ô
Mas que calor, ô ô ô ô ô ô
Atravessamos o deserto do Saara
O Sol estava quente, queimou a nossa cara
Allah-la-ô, ô ô ô ô ô ô
Mas que calor, ô ô ô ô ô ô...
Viemos do Egito
E muitas vezes nós tivemos que rezar
Allah, Allah, Allah, meu bom Allah
Mande água pro iôiô
Allah, meu bom Allah,
Perguntar a partir desta canção, quem conhece mais marchinhas de Carnaval e convidá-los a cantá-la.
Momento do Intervalo: Cantar a música “É hora de lavar as mãos”. Fazer a fila em ordem crescente de tamanho do aluno, para lavar as mãos. Em seguida, todos organizam seu lanche na mesinha para comerem.
Volta Calma (Depois do intervalo):
Todos sentados, ainda em círculo no chão. Ouvir a explicação da professora da atividade que eles farão no momento.
A professora irá distribuir pratos de papelões para os alunos decorarem recortes em jornais, pinturas ou desenhos sobre o carnaval e depois cada um escrever uma mensagem de carnaval no mural da sala, de acordo com a sua decoração no prato.     
Exemplo:
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi4DUXXpQGWBpNqYMHZSXCcMhz6_cP0XTBYgz1SXItVe9XsAhsEIUqVsxSoLk224yHfKisdcrkpcaZAIoAA1a54Jh2nN0QgGxDRE-kOMrMBH0x9j-6i-jDTq8VQ0m9VlShzi_sPKAB-EBPs/s400/m%25C3%25A1scaras%5B1%5D.jpg
Após a atividade os alunos deverão arrumar a sala juntos, guardando os materiais utilizados.

Atividade para Casa:
Pesquisar com a família e escrever uma marchinha de carnaval para ser apresentada na Oficina que será realizada no 5° dia, sexta-feira. Os alunos devem trazer por escrito e ensinar aos coleguinhas as marchinhas que trouxerem.

Recursos Utilizados na Aula:
 Texto, revistas, jornais, piloto, tinta guache, canetinhas, cola, tesoura sem ponta, material escolar, papelão, pincéis.

Referências Bibliográficas:
3° DIA
TEMA DA AULA
TEMA TRANSVERSAL
GÊNERO
EIXO
Quarta – feira
Longa-metragem RIO (2011)
Cultura
Sinopse do filme
Prática de leitura, prática de oralidade discutindo o texto e produção textual

Duração da Atividade: 2 horas e 30 minutos (Contando o Intervalo)
Objetivos da Aula:
·         Utilizar o filme “Rio” para trabalhar a história do carnaval carioca na produção textual, com o objetivo de identificar o domínio de cada aluno em relação aos padrões da linguagem escrita.
Procedimento Metodológico:
1° Momento: Apresentar às crianças a sinopse do filme em formato de texto e ler junto com eles, explicando que gênero textual é esse, de caráter informativo.
“Rio é um filme em 3D animado por computador norte-americano dos gêneros musical e comédia, produzido pela 20th Century Fox e pela Blue Sky Studios. Dirigido por Carlos Saldanha, o título do filme refere-se a cidade do Rio de Janeiro, local onde é ambientado.
O filme conta a história de Blu, uma Arara Azul macho que é levada ao Rio de Janeiro para se acasalar com uma fêmea. Rio foi lançado no Brasil em 2011 e foi indicado ao Oscar 2012 com “Melhor Canção Original”.
2° Momento: Assistir ao Filme
Duração: 1h 36min
Momento do Intervalo: Ao término do filme os alunos saem para o lanchinho.
Volta Calma (Depois do intervalo):
Os alunos retornam à sala de aula, fazem uma rodinha e vão contar sobre o que viram no filme, o que mais gostaram e o que entenderam.
3° Momento: A professora pedirá que os alunos façam uma produção textual daquilo que acabaram de contar na rodinha. Deixar claro que essa atividade será importante para o planejamento das próximas aulas e vão ajudar todos a escrever com mais segurança. Portanto, os alunos precisam se esforçar para escrever sozinhos, da maneira como sabem. Esclarecendo que ninguém precisa ter medo de errar nesse momento e que é muito importante que ninguém copie o texto do colega.
Recursos Utilizados na Aula:
TV, DVD (sala de multimídia), caderno, lápis e durante esta aula a professora levará pipoca para os alunos comerem assistindo ao filme.

4° DIA
TEMA DA AULA
TEMA TRANSVERSAL
GÊNERO
EIXO
Quinta – feira
Confecção da Lista de material
Artes, Noções de higiene e Noções de organização
Lista
Prática de leitura, prática de reflexão sobre o uso da língua e produção textual

Duração da Atividade: 1 hora e 30 minutos
Objetivo da Aula:
·         Estabelecer junto com os alunos uma lista de material para confecção das máscaras de carnaval.
·         Fazer com que eles adquiram noções de medida, peso, quantidade, cor e forma.
·         Trabalhar também a criatividade e passar valores:
1.      Como trabalhar em grupo,
2.      Respeitar o espaço do colega,
3.      Limpeza e higienização da sala e dos espaços trabalhados.



Procedimento Metodológico:

1° Momento: Dividir a turma em grupos,
2° Momento: Cada grupo vai escolher o material que deseja usar para confecção de suas mascaras e instrumentos,
3° Momento: Criar a lista com os alunos.
Exemplo de Lista:

·         Purpurina
·         Cartolina na cor desejável
·         Glíter
·         Cola colorida
·         Cola Branca
·         Elástico

·                    Lata de leite
·                    Lata de refrigerante
·                    Prato de vaso
·                    Tampinha de garrafa
Cano de P.V.C. cortado


Vamos à Aula!
4° Momento: Confecção das máscaras
5° Momento: Colocando as máscaras para secar
6° Momento: Limpeza e organização da Sala de Aula
Referências Bibliográficas:


5° DIA
TEMA DA AULA
TEMA TRANSVERSAL
GÊNERO
EIXO
Sexta – feira
Língua Portuguesa Essencial
Gramática
Texto

Prática de reflexão sobre o uso da língua, prática de oralidade e produção textual
Duração da Atividade: 1 hora e 30 minutos
Objetivo da Aula:
·         Aumentar o entendimento e assimilação do conhecimento através da leitura,
·         Incentivar e estimular o trabalho em Grupo.
Procedimento Metodológico:
1° Momento: Dentro da sala de aula iremos ler alguns pequenos textos que outras crianças criaram falando sobre o carnaval.
2° Momento: A partir disto, nós iremos produzir nossos próprios textos dividindo a turma em grupos.
3° Momento: Cada grupo ganhará uma caixa com várias palavras pintadas em placas grandes de papelão. Separadamente deverão montar um pequeno texto, que poderá ser de apenas um parágrafo sobre o tema Carnaval, utilizando as palavras que o grupo recebeu.
4° Momento: Ao final, um representante de cada grupo deverá vir à frente da turma e ler o trecho que seu grupo produziu.
5° Momento: As crianças receberam as máscaras que produziram no dia anterior. A professora lembrará a atividade para casa que eles receberam na terça – feira de trazerem as marchinhas de carnaval que aprenderam com seus parentes ou amigos.
6° Momento: Se consistirá no baile de carnaval da turma. Os alunos terão a oportunidade de cantar as marchinhas de carnaval que aprenderam, ensinando-as aos demais colegas e a aula terminará assim, em forma de brincadeira, um grande baile de carnaval.


ANÁLISE DO LIVRO DE LÍNGUA PORTUGUESA


Grupo: Angélica Aquino, Aryanna Garcia, Daniela Araújo, Danielle Barcellos, Júlia Carvalho e Vanessa Almeida.


FICHA TÉCNICA:
Projeto Pitanguá Português                                                        
Editora: Moderna
Série: 2° Ano do Ensino Fundamental 1
Faixa Etária: 7 a 8 anos

Introdução
Objetivo do livro é desenvolver a competência comunicativa, envolvendo a compreensão leitora e a capacidade de escrever com clareza e expressar-se oralmente de forma adequada. Por isso o projeto Pitanguá organiza-se essencialmente em torno de dois eixos principais, o trabalho de leitura e produção de diversos tipos textuais e programas sistemáticos (desenvolvidos de modo claro). Ele explora os conhecimentos prévios de cada aluno facilitando a conexão entre o conteúdo novo e tudo o que o aluno já conhece, trazendo uma grande variedade de assuntos e situações que estimulam o aluno a observar, interpretar, discutir idéias e também o senso crítico, além de seu conhecimento em Língua Portuguesa.
·         Como é feita a divisão do livro?
O livro é dividido em nove unidades que correspondem aproximadamente aos noves meses letivos e cada unidade é subdividida em duas partes, estabelecendo um ritmo adequado para assimilação e a introdução de novos conteúdos, facilitando o trabalho do professor. Ao invés de sumário, o livro se utiliza de um “Mapa de Conteúdos”, que permite a visualização das relações entre conteúdo e possibilidades de aprendizagem.  A primeira parte de cada unidade contém cinco tópicos:
1.      Leitura,
2.      Estudo do texto,
3.      Produção de texto,
4.      Estudo da língua e
5.      Oficina de criação.
A segunda parte è dividida também em outros cinco tópicos:
1.      Leitura,
2.      Estudo do texto,
3.      Texto expositivo ou instrucional,
4.      Estudo da língua e
5.      Projeto em equipe.
A organização é muito clara, selecionada e de fácil manuseio à informação, o conteúdo segue um critério rígido de fácil compreensão, de modo que alunos que já sejam totalmente leitores nem solicitem à ajuda do professor, podendo sozinho responder os exercícios.
·         A Compreensão Leitora
            Prioritariamente o livro apresenta uma estrutura que possibilite a melhor compreensão por parte do aluno visando desenvolver a competência para compreensão de diferentes tipos de textos com os quais terá contato durante sua vida, variando o máximo possível. Podemos destacar cinco propostas do livro em relação à compreensão leitora dos alunos, são elas:
1.      Leitura de uma grande variedade de tipos textuais, em todas as áreas, abordando todos os gêneros.
2.      Estratégias de leitura (identificando diferentes propósitos, significando e formulando hipóteses, e compreendendo os textos),
3.      Leitura de textos expositivos sem grandes dificuldades,
4.      Enriquecimento do vocabulário e
5.      Desenvolvimento de atitudes favoráveis à leitura.
Não basta que os alunos aprendam a ler, é necessário que gostem de ler. E para estimular a leitura, o livro selecionou alguns textos atraentes e acessíveis, além de textos não-literários muito claros com temas interessantes ao aluno, contando com um programa sistemático de ampliação de vocabulário, graças as diferentes opções de tipos e gêneros textuais.
·         Exemplos de Tipos de Texto
No livro encontramos textos narrativos (contos, lendas, crônicas, mitos), textos informativos (bilhete, recado, reportagens), textos descritivos, textos expositivos, argumentativos e instrucionais, quadros programáticos, gráficos, mapas, canções, poesias, poemas, tabelas, quadrinhos e etc. Apresenta também uma série de elementos que compõem os diversos gêneros para que o aluno busque ajuda para a produção de seu próprio texto, podemos separar em quatro partes. Primeiro o aluno lê o texto, depois analisa, conta a história e finalmente escreva a sua visão.
Os textos expositivos são freqüentes em livros didáticos com a finalidade expor alguma coisa seja ela uma opinião ou ponto de vista, os argumentativos tem por objetivo persuadir o aluno se baseando em argumentos, já os instrucionais trazem orientações para a realização de algo ou alguma tarefa. Após a leitura desses tipos textuais o aluno precisa organizar as informações antes de produzir seu próprio material, nesse caso ele contará com a ajuda da professora.
Textos poéticos contribuem para a consolidação do processo de alfabetização, utilizando recursos sonoros e lingüísticos nos poemas e poesias, desenvolvendo também a sensibilidade criativa, onde os alunos podem explorar as oficinas de criação que foram citadas na divisão das unidades do livro.
Gramática e ortografia obviamente estão listadas e presentes no livro, mas ele não foca somente o ensino das duas, foca também a capacidade criativa do aluno e se preocupa com o gosto de seu aluno pela leitura. Escrever corretamente é uma habilidade essencialmente prática, a observação reflexiva, a análise das informações e o reconhecimento das características de um texto definitivamente faz do aluno um diferencial.dessa forma, o livro se preocupou em oferecer ferramentas eficientes para esse processo.
·         O Vocabulário
O vocabulário do aluno é ampliado através da leitura e das trocas informativas, por isso os textos trazem glossários que facilitam a leitura do aluno, dessa forma ele conhece novas palavras e pode começar a fazer uso das mesmas em suas produções textuais. Além disso, o livro também conta com uma pequena parte que contém:
§  Sinônimos e antônimos,
§  Vocabulário contextualizado,
§  Vocabulários temáticos,
§  Trabalho complementar com dicionário,
§  Anexos,
§  Textos suplementares e
§  Jogos que estimulam a leitura.

·         Projeto em Equipe
Em cada bimestre o livro apresenta um projeto de trabalho em equipe com o objetivo de produzir algum material como, por exemplo, um cartaz ou um mural para que os alunos possam aplicar seus conhecimentos adquiridos naquela unidade e desenvolvam diferentes métodos de trabalho. Eles descobrem o que fazer depois de que maneira fazer e por fim avaliam seus trabalhos e produções.
·         Considerações:
            Em suma, de acordo com os textos que estamos estudando ao longo da disciplina, entendemos que o livro contribui sim para a melhor aprendizagem dos alunos, não o consideramos como um livro de abordagem tradicional, porque encontramos diversos aspectos que estimulam a curiosidade dos alunos e o interesse dos mesmos pelas questões apresentadas no livro. A forma com que o livro aborda as temáticas é instigante e estimula o aluno a querer descobrir mais, dando-lhe o prazer da aprendizagem e segurança para realizar sozinhos algumas tarefas.os textos usados são ricos no vocabulário e divertidos, não são muito extensos e dessa forma o aluno não se entedia na leitura, fator crucial para o professor que quer despertar em seu aluno a vontade de ler. Aplicaríamos este livro aos nossos alunos, sem sombra de dúvidas, acreditando que ele auxilia o trabalho do professor e satisfaz todas as necessidades do aluno.



sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Gênero Textual e Tipologia Textual

                                                                                                      Sílvio Ribeiro da Silva

         O texto fala da diferença entre Gênero Textual e Tipologia Textual, considerando a visão de Luiz Antônio Marcuschi e Luiz Carlos Travaglia.


Marcuschi: Defende o trabalho com Gênero Textual. Para ele o trabalho com Tipologia Textual é limitado, ocasionando problemas no ensino. Além disso, ela deve ser usada para designar uma espécie de sequência teoricamente definida pela natureza linguística de sua composição (aspectos lexicais, sintáticos, tempos verbais e relações lógicas), pois em geral esse tipo de texto abrangem as categorias de narração, dissertação, injunção, descrição e exposição.
Configuração teórica:
a)      Intertextualidade intergêneros: um gênero com a função de outro.
b)      Heterogeneidade tipológica: um gênero com a presença de vários tipos.


Travaglia: Defende o trabalho com a Tipologia Textual . Ele acredita que o trabalho com diferentes tipos de textos é fundamental para um bom desenvolvimento da competência comunicativa. E que ao privar alguém disso, estará cooperando para que o indivíduo seja capaz de explorar apenas alguns textos e ser deficiente nos outros.
Configuração teórica:
c)      Conjunção tipológica: um texto apresenta vários tipos.
d)      Intercâmbio de tipos: um tipo usado no lugar de outro.

Sendo assim, a escola deve incentivar os alunos a conhecer e explorar os diferentes gêneros textuais. Isso irá lhes proporcionar um melhor desenvolvimento da linguagem e a interação na sociedade.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

A abordagem das diferentes áreas do conhecimento nos primeiros anos do Ensino Fundamental

                                                              Patrícia Corsino


          O texto inicia com um relato de uma professora do segundo ano sobre um projeto desenvolvido na sua turma. Ela nos conta sobre a experiência no trabalho de ciências com a turma usando algumas lagartas levadas a escola por um aluno. Essa atitude instigou a curiosidade das crianças e a partir desse momento começou um trabalho de observação da metamorfose das lagartas, gerando uma construção coletiva de conhecimento.
          Nesse simples relato pode-se observar um gesto de acolhimento e receptividade da professora com relação à lagarta levada a escola por um aluno, e a confiança deste em ceder algumas de suas lagartas para a turma, demonstrando uma confiança estabelecida no grupo. Vale ainda ressaltar a organização da professora que foi feliz em seu planejamento, levando as crianças a pesquisar, observar e registrar tal experiência.
   
       
 A obra de van Gogh "Os Primeiros Passos" nos mostra o gesto do adulto abaixado para se aproximar da criança, nos trazendo a ideia da escuta e da interlocução.






  Educação, cultura, currículo.
       Nesse tópico a autora fala da articulação entre educação, cultura e o lugar do professor no processo de seleção e produção de conhecimento na escola.
       Partindo da visão de cultura como prática social Patrícia Corsino concorda com Moreira e Candau ao defenderem a ideia de que “quando um grupo compartilha uma cultura, compartilha um conjunto de significado, construídos, ensinados e aprendidos nas práticas de utilização da linguagem.” ( Moreira e Candau 2007 ,p.27 )
      E o currículo é como uma seleção cultural da escola. Um dispositivo de grande efeito no processador de construção da identidade do estudante. Sendo assim, é a instituição escolar que deve selecionar o que será ensinado, refletir  sobre como se organiza o saber e superar a dificuldade em lidar com a pluralidade e as diferenças.
   
         Deve-se dar às crianças a liberdade de poder investigar e interver sobre a realidade, para que assim ampliem sua compreensão sobre o mundo. 
"Aprender para nós é construir, reconstruir, constatar para mudar, o que não se faz sem abertura do espírito." (Paulo Freire, 1997, p.77)
 
    Este link é de um especial sobre leitura da revista Nova Escola. Acredito que irá contribuir no enriquecimento do seu aprendizado como contribuiu para o meu.
http://revistaescola.abril.com.br/leitura/?comments=yes

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Alfabetização e Letramento

Slide do texto : "Alfabetização e Letramento. O Ensino e a Aprendizagem da Linguagem escrita em classes do primeiro ano do Ensino Fundamental." ( Sara Mourão Monteiro e Mônica Correia Baptista)


Grupo: Aryanna Garcia, Danielle Barcellos, Daniela, Júlia Carvalho, Vanessa Almeida e Angélica Aquino.




 
Como sugestão para o professor que trabalha com crianças de 6 a 8 anos, temos esse vídeo!

                                     

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Fala e Escrita: Propostas Didáticas para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental.

                                ( Débora Amorim Gomes da Costa Maciel_ UPE )


         O texto relata uma investigação das coleções dos livros didáticos: ‘Português uma Proposta para o Letramento’ e ‘Vitória Régia-língua Portuguesa’ de primeira a quarta série, mostrando como é abordada a relação entre a língua oral e a língua escrita. Nesse sentido a investigação é de grande importância pelo fato do livro didático ser o instrumento educativo mais utilizado na sala de aula, aumentando assim a preocupação, já que este auxilia no letramento escolar.
      Segundo o texto, a linguagem pode ser concebida em três perspectivas, sendo elas:
  •               Estruturalista: compreende a linguagem como expressão do pensamento; 
     ·       Transformacionalista: compreende a linguagem como instrumento de comunicação;
     ·        Enunciativa: concebe a linguagem como processo de interação.

                  Explica-se ainda que nos gêneros da fala e da escrita podem haver semelhanças, mas também podem haver diferenças, nos dando como exemplo uma “conversa informal entre amigos” e “um bilhete familiar”, como semelhanças, e “uma conversa informal” e um “artigo acadêmico” como distintos, na questão da modalidade discursiva.
               Além disso, o envolvimento interpessoal segundo Tannen (1983) e as representações sociais, segundo Bakhtin (1997), interferem na escrita, pois condicionam grau de formalidade ou de informalidade na mesma.
    Já Travaglia (1997) diz que é um mito acreditar que a língua escrita é uma réplica exata da língua oral, pois as diferenças fonéticas, prosódicas, entre outras desaparecem na escrita.
           O principal objetivo ao analisar as coleções era saber se as atividades ali contidas ajudariam na compreensão das relações de proximidade e distanciamento existentes na linguagem escrita e na linguagem oral.
              O livro ‘Vitória Régia-língua Portuguesa’ trabalhou com o fragmento de uma revista, no qual não deixa claro o que chama de “marcas próprias da escrita”, mostrando apenas que a ausência de repetição é uma marca da mesma. Além disso, ao tentar produzir uma fala em outro fragmento, o livro repete várias vezes à mesma palavra, dando a entender que a repetição é uma marca própria da oralidade. No entanto, existem muitos elementos que diferenciam a linguagem oral da escrita, e não apenas a repetição de palavras.
           Já o livro ‘Português uma Proposta para o Letramento’, trabalha com o gênero carta em sua primeira atividade analisada. Tal atividade tinha como missão mostrar que a língua oral e a língua escrita não se diferenciam de forma absoluta, mas que o registro formal ou coloquial depende do destinatário e do objetivo.
           Podemos observar, portanto que a coleção ‘Português uma Proposta para o Letramento’, com relação a fala e a escrita, considera o tipo de gênero textual, respondendo a uma noção de língua sócio-interativa. E na coleção ‘Vitória Régia-língua Portuguesa’, mostra a língua na visão de uma escrita “padrão”.

    Este link fala de um projeto chamado: ABRACE UM ALUNO ESCRITOR, que reúne várias escolas da Baixada Fluminense como o Instituto de educação Rangel Pestana, E. M. Enilza B. S. Chiconelli, entre outras de Nova Iguaçu e o Centro Educacional Manoel Pereira, de Queimados, na criação livros escritos pelos alunos. =)

    http://www.abraceumalunoescritor.org/baixadafluminense.htm